O Núcleo de Responsabilidade Social (Nures) da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) foi criado em 2007, com as seguintes atribuições: promover a gestão de Responsabilidade Social (RS) na Unidade; desenvolver estratégias de motivação dos empregados para participação em projetos sociais; incentivar o trabalho voluntário entre os empregados; articular parcerias com instituições públicas e privadas, organizações não governamentais e com o Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (COEP), para execução de ações de mobilização social. Concentra sua atuação nos objetivos do milênio, priorizando as metas e políticas públicas das áreas da educação básica e do respeito ao meio ambiente. O Nures apresenta, anualmente, um plano de ação que integra a agenda Institucional e a agenda da Rede Nacional de Mobilização Social, articulando com Setor de Gestão de Pessoas, Comitê Local de Gestão Ambiental e Núcleo de Gestão da Qualidade. Coordena o Programa Embrapa & Escola e participa dos programas de equidade de gênero e raça, que atinge os 353 empregados, 210 estagiários e os 24 terceirizados.

terça-feira, 24 de março de 2015

Campanha contra o assédio no ambiente de trabalho


Em virtude das atividades da Semana da Mulher de Pelotas foi lançada a campanha “Assédio: você não pode ficar calado”. A campanha visa combater o assédio no ambiente de trabalho.

 "O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS) recebeu, em 2014, 390 denúncias sobre assédio moral no trabalho, número 25% maior que o de 2013. No momento, há em curso 383 procedimentos envolvendo o tema, 46 deles ações na Justiça do Trabalho. Também em 2014, foram firmados 53 termos de ajuste de conduta (TACs) com empresas alvo de investigação envolvendo assédio moral."

O problema do assédio ainda é presente na vida de muitos brasileiros, por isso a campanha visa combater tanto o assédio moral quanto o sexual dentro do ambiente de trabalho e foi lançada em atividade especial dia 11 de março, na sede da Embrapa Clima Temperado (ECT). Dia 17 de março, ela foi lançada oficialmente para todos os funcionários. A campanha foi idealizada pelo Comitê de Pró-equidade de Gênero e Diversidade, grupo de trabalho de Ética e Clima Organizacional e pelo Setor de Gestão de Pessoas da ECT.

De acordo com o coordenador regional substituto da Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade), do MPT, Rogério Uzun Fleischmann, “o assédio moral não se caracteriza por uma ação isolada. Ele é um comportamento repetitivo e que tem como efeito agredir, humilhar, diminuir a autoestima da pessoa, o que pode levá-la, como é comum, à situação de depressão”. Segundo o procurador, o assédio não parte apenas de superiores hierárquicos e não é feito necessariamente com berros ou palavras ofensivas. Mesmo que em geral se verifique que o assediador é o superior hierárquico, o chamado assédio moral vertical, a agressão também pode partir de colegas de trabalho, o assédio moral horizontal.

     Caso seja alvo de assédio, a pessoa deve reunir provas, de preferência escritas e testemunhais. Não são descartadas, porém, gravações de áudio ou de vídeo. Quando a situação envolver direitos coletivos, a orientação é procurar o MPT-RS para realizar a denúncia, através do site www.prt4.mpt.mp.br. O sigilo é garantido.

As informações apresentadas foram retiradas do site do MP - RS